Abstrusamente perfunctório! Ou não...

01/07/2008

Novidade

Se existia algum habitual frequentador, leitor disso, aqui, segue novo endereço: www.aprendendoavomitar.blogspot.com

Aguardo vocês por lá!
Escrito por Daniel Souza às 23h17
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Saudades...

Saudades das meninas. Espero e breve revê-las...Ausência da falta de tempo e as (antes) inquietantes preocupações, agora mais intensas...

Òh céus...


Escrito por Daniel Souza às 15h02
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26/06/2008

Flor da Idade 2012

Esther gostava de João, que gostava de Julia, que gostava de Paulo, que gostava de Amanda, que amava João Paulo, que amava Maria, que amava Vítor, que gostava de Isabella, que amava Igor, que gostava de Carol, que tinha uma ligeira queda por Carla, mas amava Rafael, que já tinha dado uns pegas na Carla, e namorava Cris, mas tava mesmo doido por uma putaria junto com a Carol, que assim como a Carla, também odiava a Cris, que namorava o mesmo Rafael, mas na verdade nutria um sentimento forte pelo irmão dele Rodrigo, que gostava mesmo era da Monique, que era louca por Michel, que tava amarradão, apaixonadasso pela Roberta que não queria saber de nada. Mas sua irmã notou os maliciosos olhares de Michel pra cima da irmã e tentou alertá-la. Mas Roberta não queria nada com Michel, tava afim mesmo era do Diego, que gostava da Danielle, que gostava do André, que as vezes ficava com o Chico às escondidas, incubado, que admirava Joana, que por sua vez mantinha uns casos com a Esther, aquela do início da história.


Escrito por Daniel Souza às 13h09
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De volta a festa.

De volta a vida. Depois de um período de vida gozante, em outras palavras: " come-deita-caga-joga", com alguns intervalos para banho e higiene, retorno ao maquinário que por si só, já me debrulha em fatídicos mal-humores dos quais já sentia falta. Pelo menos agora identifico a origem.


Escrito por Daniel Souza às 13h00
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Pretensão!

Um olhar perdido num caminho sem sentido. Esbaforido, luto perdendo os sentidos. Canso, desisto e me sinto mordido. A única certeza é que ainda vivo. Enquanto isso, sigo, entre becos, vielas e locais proibidos, vejo passos de perigo, danço sambas descabidos. Ouço com o coração e passo a amar com o ouvido. Na intenção ou no juízo, nada continua fazendo sentido a não ser, a leve impressão de que sobrevivo, digo vivo. E entre quedas e abrigos, discussões e ombro amigo, sigo perdido, entre elos e paralelos sem sentido.


Escrito por Daniel Souza às 12h57
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27/05/2008

Pronto!!! Apareci.

Ponto pra mim, no caso, consigo mesmo falando e comemorando.

Apareci. Sim. Como prometi.

Pra mim começou, iniciou.

Sim. Apareci porque quis.

E de tudo que um dia nunca almejei, me pego jogando no time adversário. Quem diria hein??? Quem diria que um dia a euforia de nunca pensar,  quiçá almejar algo, foi trocado pela mesma alegria de atuar do lado de lá... Na disputa atual, atuo de camisa pra tampar a promissora barriga, coisa que em outros tempos, o orgulho do belo físico era sinal de titularidade no time antigo.

Apareci e vim.

Vontade de não mais voltar, mas nem por isso, deixar de ter um lar. Um novo lar. Daqueles revestidos de cara e coragem, um “ novo-kinder-ovo”, com suas devidas surpresas mas a certeza do sempre e bom gosto.

“Quem me vê sempre parado, distante, garante que eu não sei sambar...”

Vim e apareci.

O saudosismo tatuando em nossos rostos os sempre belos sorrisos por quem um dia, e até hoje fomos, e somos, atraídos e apaixonados

Sim. Vim e apareci.

E, embora sua seriedade irritante quando veste a camisa por quem destila seu talento, há algo sempre novo a ser ensinado e aprendido em nosso “novo-kinder-ovo”.

Somos alunos e professores de nós mesmos. Somos chefes e empregados um do outro. E que nossa empresa apesar de possíveis e mínimos quedas, seja sempre top das relações invejáveis no quesito: Gestão de Administração de Relação a dois.

 

 


Escrito por Daniel Souza às 17h30
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Atleta sem treino

Me ensinaram a sempre vencer.

Mas me falaram pra aprender na derrota. E são os mesmos que me disseram que o importante é competir.

Olha, não se pode ser mais um, porém, perder faz parte. E ouse perder e veja o bombardeio que sofrerás. E nesse ataque soviético de bombas, chorar não pode, pois o choro é pra derrotado.

Mas não é na derrota que se aprende???

E esqueceu que perder faz parte e o importante é competir??

Mas não fui treinado pra vencer???

O importante é competir uma prova em que se saia vencedor e se aprenda com a derrota. E sem choro nela, pois você fez o mais importante: Competiu.

Disputou uma prova onde o importante é competir, aprendeu que perder faz parte mas sua obrigação era vencer????

Ah ta!!!

 


Escrito por Daniel Souza às 17h27
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Fujo da certeza da incerteza. Duvido de minha própria dúvida. Certo é apenas a certeza do próximo erro, da próxima dúvida. E entre contradições e contra-indicações, me guio apenas pelo que vivo e acho de meus achismos.

Vivo apenas na certeza da morte de um dia incerto, certo??? Presencio cenas cristalinas e precisas que me indicam a imprecisão das coisas e fatos. E nesse mar de desconfiança que vamos vivendo, a única imposição clara que sabemos é que um dia naufragaremos nessa onda escura que me deixa em posição de paz.


Escrito por Daniel Souza às 17h26
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Um momento por favor...

Tudo são momentos. Apenas momentos.

Alguns duram bastante, outros nem duram. Duro é aquele momento que tudo acaba. Mas infelizmente, mole é aquele próximo momento que sei que um dia virá. Novamente.

Nova  mente.

E tudo se reinicia, embora nada seja igual. Mas no fim, quando o duro momento que acaba começa, é tudo novamente igual. Até a próxima nova mente, que te mostrará mais coisas novas e nunca pensadas. E você mais uma vez passará por momentos. Apenas momentos. Que embora algumas vezes pareçam ou se deseja que sejam eternos, são apenas momentos. Apenas bons momentos. Aí, um dia chega aquele duro momento que acaba e, inevitavelmente, esperaremos o próximo mole momento que chegará novamente.

Nova mente.

É sempre assim. Tudo são momentos. Apenas momentos. Até que um belo e cinzento dia, chega o pior momento. O de nunca mais se ter momento. Será o último momento de todos os momentos. Você se vira e vê que tudo foram momentos. Apenas momentos. E dessa vez não chegará mais o duro momento que acaba, tampouco aquele mole momento novamente. Pela primeira vez também, sem novamente.

Nova mente.

Até que um dia...

 


Escrito por Daniel Souza às 17h24
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Trânsito de não me lembro onde.

Tento enxergar um espaço vazio na contramão mas tudo vem de tudo quanto é lado. A sensação de um iniciante franco-atirador em sua primeira missão. Miram-se tudo e só se come o atingido. Ou não. Mais um aconchegante luar como acompanhante, enquanto adormecem os operários sem cérebro da engrenagem.

Quantas almas procurando seus corpos??

 

Quantos corpos fugindo de suas almas??

 

A leviana insensatez peregrina pelas artérias do nosso corpanzil. Vírus espalhados em cada esquina esperando o melhor momento de invadir qualquer tecido com suas baixa-estimas e baixas-imunidades.  A vacina é ineficaz diante de tudo em volta. Paquero a droga mais próxima que é pra fugir da realidade. Sim, ela irá me ajudar. Talvez nunca saberão o que se passa por dentro de tanta suposta-certeza. Apenas poucas e boas proximidades.

O receio é grande mas o recheio descartável.

 


Escrito por Daniel Souza às 17h22
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Quê??

Meu prazer pessoal é dominador.

Não quero perder a pessoalidade com medo de não ter como voltar. Aventuro-me por sensações pecaminosas que certamente me levarão pro fosso. A fossa é logo ali e com certeza nunca a conheci. Você já saiu algum dia da casa dos pais???

Deixo-me levar por devaneios, pois a vida sonhada é muito mais emocionante que este pesadelo vivido todos os dias. Os monstros são teus e os heróis chegam apenas quando permitimos. Combino fugas solitárias tendo apenas minha companhia e planejo uma suposta normalidade, o que vai totalmente de encontro a tudo dito até hoje. Descobrirei mais uma faceta nesse Cara-a-Cara real?

Pessoas se camuflam a cada manhã e saem as ruas com suas melhores máscaras antes mesmo de acordarem. Defino como escroto qualquer gesto igual ao que toda manhã vejo, mesmo que até eu tenha um.

A personalidade e a opinião (in)formada te dá aquela falsa impressão de segurança que necessitamos pra caminhar. E esse caminho é um mar outrora e sempre navegado, onde nos equilibramos sempre com os olhos fechados para a insegurança, para a dúvida, para o não-conhecimento dos fatos.

È melhor assim, sem bola de cristal. Os videntes ganham o pão que o diabo amassa de cada dia assim, pregando passos sólidos nas gelatinas diárias das pessoas. Tolos empreendedores psicológicos que os tolos e frágeis, psicologicamente falando, precisam. São vírgulas colocadas em cada sobrancelha levantada, passo-a-passo, sempre procurando o melhor caminho a se orientar, aquele que no fim, deixará a frágil e perdida pessoa feliz, e ele, com a sensação da certeza de mais um pão amassado garantido.


Escrito por Daniel Souza às 17h21
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Existe vida antes da morte??

Me vejo errando e persistindo no erro. Tenho certeza que lá na frente o arrependimento vai me tomar. Meu abrigo é um céu aberto sem porta em nenhum dos raros cantos que só me conhecem quando a vontade de estar oculto prevalece.

Creio que vou enlouquecendo em determinados instantes do meu dia. Percebo que adoro quando me vejo diferente de todos. Sorrio maliciosamente como se fosse o dono da verdade ou, ao menos, tendo a certeza de toda essa mentira que pulsa.

Me julgo como um louco, talvez me escondendo sobre este falso álibi que tem efeito de morfina.


Escrito por Daniel Souza às 17h20
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To cansado desta porra de sempre tentar entender o motivo da merda alheia. Ah! Não fode. Pagando de bom sujeito tentando entender o motivo pra qualquer merda dos outros e procurando o porquê, a explicação de tal atitude.

Foda-se que é intrínseco. Foda-se o que irão achar desta atitude “radical, despreparada, infantil, imatura...” Ninguém me dá motivo algum pra ser diferente ou agir em prol da paz mundial.

Como bem disse o rei: “Todos estão surdos”. Ou atarefados e engajados demais em seus projetos empresariais corporativos do tipo 24 por 24. Todos ocupados atrás de seus notebooks, celulares, gadgets, marcando suas viagenzinhas de merda pra encontrar fulanozinho de bosta dentro de seu alinhado paletó, costurado sobre linhas chiques “ não sei o quê..”, marcando outra reunião de merda que poderia muito bem ser feita e resolvida com uma simples conferência.

Após isso, ficam disputando mais e mais merdas sobre as patéticas vantagens que cada um tem e suas respectivas amantes e aventuras sexuais que fizeram por si só.

Cansei das mesmas caras, rostos e atitudes. Cada vez mais iguais. Nada farei, confesso. É muita mira pra pouca bala, mas também foda-se tudo. Ao menos não perderei tempo destilando minha ira pessoal no sistema alheio quando lá no fundo, um simples boquete resolveria meu problema e me colocaria de volta ao ciclo, até a próxima revolta.

 


Escrito por Daniel Souza às 17h19
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Cheguem logo cambadas.

Isso! Educação pra que? “Dá licença por favor” é pra novela. Aqui todo mundo sofre, então a linguagem é única. Pra ficar pouca coisa melhor que o vizinho, vale tudo.

Podem chegar manada.

Isso! Chega empurrando geral e mostra quem manda. Se aconchegue no ínfimo espaço alheio chegando de supetão e se alojando como bem queira.

 Cheguem logo taurinada.

Isso! Aumentem seus aparelhinhos de som. Disputem com seu “parcero” ao lado quem toca mais alto o último sucesso daquele grupo de pagode, acotovelem-se com seus funks ridículos, discuta quem tem mais merda na cabeça, dispute o eco mental com todos ao redor, inveje o cara ao lado com seu novo pisante e em troca, deixe à mostra seu mais novo celular. Adquira e esbanje status. Tira onda “mermão”.

 Disputem o troféu “ Nunca li um livro” 2008. Discutam apenas BBB´s e capítulos de novelas. Opine e aconselhe à todos. Julgue, pré-julgue, taxe, rotule e apadrinhe tudo e a todos sem base ou conhecimento dos fatos. Se o sujeito ali do lado disse e a madame atrás confirmou, então é verdade. Mete bronca rapá!!!!!!!

Dispute ecos, discuta futilidades e compartilhe seu sonho de ser logo e a qualquer custo uma celebridade. Mas não perca tempo, próxima estação Praça XI.

 


Escrito por Daniel Souza às 17h18
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Confissões

“Desejos íntimos jamais revelados por um serial killer interno psicológico”

 

O Daniel News exclusivamente através de uma micro-câmera, consegue desvendar tudo que se passa na mente de um “psicopata-sociopata-homeopata-sem-pata”. Com os recursos de uma lente instalada na parte interna de um supositório que ao ser introduzido no devido local do investigado por meio de um controle remoto via satélite, foi conduzido até o hipotálamo criminal , diagnosticou e mapeou a moringa do suposto desviado mental.

 

Após algumas análises, chegou-se a conclusão de que não só os desviados mentais mas em tese, quase 90% da sociedade considerada normal e apta para convívio, possui tais desejos, mesmo que inconscientemente de:

 

1)      Chutar com toda força um cachorro;

2)      Empurrar ou dar uma banda bem forte um idoso;

3)      Abusar sexualmente de uma criança, aproveitando de toda a inocência da mesma;

4)      Atirar algum ser vivo pela janela e observar o encontro com o solo;

5)      Estuprar uma ninfeta serelepe;

6)      Atirar em alguém com armas de fogo;

7)      Empurrar alguém na linha quando o metrô/trem estivesse chegando;

8)      Usufruir de todo tipo de sensação que as drogas proporcionam, utilizando e aproveitando todas as sensações de todas elas misturadas;

  

Quem nunca sentiu uma louca vontade de fazer coisas do gênero acima??

 De se despir da tediosa e descartável rotina e ir, mesmo que por momentos, de encontro à loucura e entender e se apoiar em atitudes livres e espontâneas de desejos bizarros, que nunca passariam pelo crivo da insignificante e também descartável sociedade.

Gestos singulares descompromissados, levando ao êxtase, ao jorro do prazer de seus normais e mornos donos e seus deliciosos e tentadores desejos reprimidos.

Assumam-se!


Escrito por Daniel Souza às 17h15
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, TIJUCA, Homem, de 26 a 35 anos, Afrikaans, Aymara, Bebidas e vinhos, Cinema e vídeo, damas e dados!
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